segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Vereador questiona pagamentos de barraqueiros e "shows fantasma" em Tamoios.


Discriminação a tamoienses e prejuízos de ambulantes e barraqueiros são alvos de investigação de Rafael Peçanha, em novo capítulo do vexame que se transformou o aniversário da cidade. Caso envolve pagamentos de aluguéis de espaços a empresa de eventos.

Um dia após o MP barrar o show do cantor Diogo Nogueira no aniversário da cidade, a prefeitura conseguiu legalizar as apresentações dos dias seguintes - mas só na Praia do Forte. Nenhum evento prometido foi realizado em Tamoios.

A justificativa do governo ao portal O Tamoiense foi desconexa. Foi dito que a estrutura do evento ainda não estava montada, logo, a prefeitura preferiu abortar o ato. Mas se o MP já havia liberado a partir do dia seguinte e a expectativa de público era bem menor do que a do dia anterior, por que a estrutura, já contratada, não foi montada?

Os barraqueiros chegaram a pagar o direito de trabalhar nos eventos da prefeitura que não aconteceram. Segundo eles, o valor foi pago à empresa Fortinelli Produções a pedido da organização. Informações dão conta de que a prefeitura já estaria devolvendo os valores.





- Quero saber que empresa é essa e qual a relação dela com a prefeitura. Sou contra gastos com shows e estrutura quando o servidor está sem salário. Mas ao manter os shows e não legalizá-los ou cancelá-los sem motivo lógico, como ocorreu em Tamoios, o governo gera prejuízos a barraqueiros e ambulantes, que já são humilhados nessa cidade. Não vou tolerar mais essa maldade. Por isso é importante a aprovação do meu requerimento de convocação do Superintendente de Eventos para que se explique publicamente à Câmara. São muitas perguntas sem respostas - afirmou Rafael.

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