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terça-feira, 7 de junho de 2016

EDITORIAL | (Não) Vota que ele volta - Um panorama do empréstimo.


A prefeitura de Cabo Frio emitiu ontem nota oficial anunciando que solicitou o retorno do projeto de lei que pede autorização à Câmara Municipal para a contratação de empréstimo baseado na chamada Lei Crivella, que na verdade é uma resolução. Após a frustrada tentativa de votá-lo favoravelmente, o que foi impedido pela força da população presente em massa a todas as Sessões do Legislativo desde então, o governo assumiu a derrota e pediu o texto de volta para consertar incorreções.

O interessante é perceber que há agentes políticos e parlamentares que autorizaram o mesmo prefeito a contrair empréstimo no ano passado, mas que agora posam de heróis. Pior do que isso: muitos deles também autorizaram a contratação do primeiro empréstimo, de 111 milhões, junto ao Bando do Brasil em 2013. Após 3 anos e meio calados, alguns vereadores resolveram fazer oposição agora. O caso é semelhante ao da Córrego Rico e das ambulâncias, que lá estão na estrutura do governo desde 2013. Por que eles nada diziam até agora se as coisas estão desse jeito há tanto tempo?

Fica claro que o governo mais uma vez, mesmo sem assumir, foi derrotado pela mobilização popular, assim como ocorreu com os dois projetos de lei que tentavam limpar os cofres do Ibascaf. E será sempre assim, Mas é preciso que fiquemos atentos, pois o saco de maldades e golpes deste governo é sempre interminável.

Bom dia.

3 comentários:

Anônimo disse...

Alair pede para defecar, em respeito a grande população que já esta de saco cheio, não falei c...., renuncie para o bem de Cabo Frio.

Anônimo disse...

Rafael bom dia. Uma total falta de respeito desse DES prefeito para com os aposentados e pensionistas do IBASCAF.
Já estamos no dia 07 de junho e o pagamento ainda nao saiu.

Anônimo disse...

Alguns meses atrás, o prefeito em sua "dignidade", acusou os seus "secretários de molóides e preguiçosos", contudo esqueceu de dizer-lhe de como são ineficientes. À prova está ai.Pede de volta o projeto, para análise da sua procuradoria e da fazenda. Isto quer dizer: que ele foi para à Câmará, sem nenhuma consideração jurídica sobre o mesmo? Será que os nobres procuradores, conhecem à Lei de Responsabilidade Fiscal?