quarta-feira, 25 de maio de 2016

CHAMA A POLÍCIA | Servidores municipais e representantes de sindicatos ingressam juntos com ações para apurar irregularidades na Comsercaf e no Ibascaf.

Não basta apenas falar, tem que fazer. Não basta fazer pose de herói no final do jogo, é preciso ter coragem sempre. Quando o prefeito Alair Fantasma do Ibascaf Corrêa e seu governo pensavam que a revolta dos trabalhadores com seus abusos ficaria nas redes sociais e nas ruas, eles resolveram ir à justiça também e questionar o Poder Judiciário acerca dos absurdos pagos e cometidos pela atual gestão, enquanto o servidor amarga a retirada de quase todos os seus direitos.




A AFM - Associação de Fiscais do Municípios de Cabo Frio, representada pelos servidores Jorge Barbosa e José Renato de Almeida; eu, Rafael Peçanha; e Denise Teixeira, professores concursados do municípios de Cabo Frio e membros do Sepe-Lagos, ingressamos ontem na Segunda Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva com dois processos para investigar irregularidades no Ibascaf e na Comsercaf, autarquias que cuidam, respectivamente, das aposentadorias e da assistência médica dos servidores; e do lixo e de "eventos" em nossa cidade.

Na ação protocolada com o número  201600504053, questionamos o fato de uma das empresas prestadoras de serviço do Ibascaf ter em seu quadro societário a própria presidente da entidade. A empresa receberá, até o fim do governo, R$ 153.956,10. Além disso, levantamos também o déficit de mais de 3 milhões de repasses da prefeitura aos Fundos Previdenciários da autarquia, pedindo, devido a isso, o inteiro teor dos documentos do processo de contratação dessa empresa; o ajuizamento de ação de improbidade administrativa contra os responsáveis; intervenção do Ministério da Previdência na autarquia; auditoria das contas do Ibascaf pelo Ministério da Previdência; encaminhamento dos autos à Polícia Federal por se tratar de possível crime previdenciário:






Já a ação que recebeu o número protocolar de 201600504048 dirige-se à Comsercaf e questiona os quase 83 milhões de reais recebidos misteriosamente pela autarquia entre abril de 2015 e maio de 2016, mesmo com sua extinção anunciada pela prefeitura de Cabo Frio em março do ano passado; e mesmo tendo a Comsercaf um orçamento não superior a 500 mil reais para o exercício de 2016. O pedido é o inteiro teor desses processos de pagamento; abertura de ação de improbidade e cassação do mandato do prefeito; devolução de todo o valor gasto, caso consolidada a irregularidade, com multa pessoal e arresto dos bens pessoais do governante:










2 comentários:

Flávio R. disse...

Se houver justiça nessa cidade, o prefeitinho e sua gangue será preso em breve.....rs.

Anônimo disse...

Não acredito, mais uma vez não vai da em nada, apenas uma marolinha, estão acima da tão fraca lei brasileira ( letras minusculas mesmo ).