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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Profissionais da Educação tomam as ruas mais uma vez e mantêm a greve em Cabo Frio.

Pelo segundo dia consecutivo, e após já terem realizado passeatas pela cidade na quarta e na sexta; bem como um protesto em frente à Sessão Solene da Câmara Municipal na quinta, os profissionais de educação de Cabo Frio tomaram as ruas do centro da cidade para exigir respeito e direitos.




Ontem, o ato foi realizado em frente à Câmara Municipal de Cabo Frio. Na ocasião, foi proposta a criação de uma Comissão de Educação na Casa, o que foi negado por grande parte dos vereadores, que se negaram a assinar o documentos. Apenas 4 Edis assinaram favoravelmente à proposta. Na mesma Sessão, a proposta de construção de uma creche em Tamoios foi negada.

A promessa do prefeito era efetuar o pagamento dos contratados no dia de ontem, o que só aconteceu à tarde. Pela manhã, durante o ato, boa parte das escolas municipais estava fechada. Diretores e funcionários contratados e concursados se fizera presentes no evento e anunciaram a não abertura de portas de seus prédios escolares.




Na sequência, o movimento ganhou as ruas, com palavras de ordem e camisas pretas em sinal de luto pela cidade. O movimento decidiu que a greve continuaria até hoje, quando ocorrerá assembleia às 18h, na Escola Edilson Duarte, para definir os rumos do movimento. Os manifestantes decidiram também que o Sepe deve abrir ação judicial contra as ofensas proferidas contras o sindicato nas redes sociais e jornais da cidade no dia 14 último.

Apesar do pagamento dos contratados, há muitos deles - e também efetivos - que receberam errado, a menos, bem como aposentados e pensionistas abusados em seus direitos. Isso sem falar do vale-transporte, há meses sem ser carregado. Isso é digno?

COMENTÁRIO: a postura apática do prefeito e dos vereadores, em sua maioria, denotam o estado de caos que vive nossa cidade. Era claro, no rosto dos profissionais da educação que ganharam novamente as ruas ontem, a insatisfação pelos ataques sofridos nestes dias pelas redes sociais e os abusos da ausência de direitos impressos pelo governante da cidade. Nossa crise não é financeira. É uma crise ética, moral, política e social. Mas a Educação está na luta e nas ruas contra tudo isso, e iremos mudar essa história.

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