terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

MIGALHAS (Edição Especial) - O PrImeiro dia da Jornada Pedagógica 2015.


#Leitura
A Secretária Municipal de Educação, Elenice Martins, leu seu discurso de abertura, assim como aconteceu em 2014. Num momento, deu a impressão que se perdeu nas linhas. Mero engano - segundo ela, a interrupção foi devida à emoção. Tá certo.

#Presença
O prefeito Alair Corrêa não compareceu à abertura do evento. Foi representado pelo vice-prefeito Silas Bento, que falou bem, mas foi aplaudido sem muito entusiasmo.

#Presença II
O deputado estadual Janio Mendes apareceu na Jornada na parte da tarde. Ao contrário do que se previa, o moço não fez visita de médico: assistiu a palestras na primeira cadeira e interagiu com os profissionais da educação durante os intervalos. 

#Brinde
Até a bolsa do evento o deputado ganhou e levou para casa. 

#Diretoria
A direção do Sepe-Lagos, embora não tenha sido convidada pela prefeitura, também compareceu ao evento. Nos intervalos, as meninas só queria saber de articular as eleições da instituição, que ocorrem em junho deste ano.

#Diretoria II
Falando em dirigir, o Professor Chico está a 100 por hora na direção da Escola Municipal Alfredo Castro. A cabeça do moço ficou lá durante o dia, com certeza.

#Tamoios
Tamoios também se fez presente na Jornada: o diretor da Escola Municipal Edith Castro, João Baptista Orozimbo; e a Diretora Adjunta Danielle compareceram.

#Vendas
Do lado de fora, ao contrário do ano passado, não se vendiam livros acadêmicos, a não ser os da área de pedagogia. Além disso, muita auto-ajuda e...bolsas, brincos, bijuterias. Não vou fazer comentários sobre isso.

#Vetado
O folclórico eterno candidato Bicho de Pé queria expor suas produções artísticas utilizadas como material didático, mas foi impedido. Se fossem bijuterias, teria trânsito livre.

#Palestras
A qualidade das palestras, como sempre é inquestionável. A produção do evento é muito boa e a estrutura é de primeira. Só falta a prefeitura dizer para os professores quanto foi gasto.


3 comentários:

Julio disse...

Em Cabo Frio não tem como ser feliz. Além da bagunça que impera nessa cidade, tem que aturar também os politiqueiros malas. Evolução já!

Às vezes você tem tudo para estar feliz, aparece logo um infeliz para acabar com a sua felicidade. Dá pra ser feliz? Tem como ser feliz?

De manhã você indo ao trabalho reencontra uma pessoa que você gosta e não a encontrava há muito tempo. Ai, você feliz, por ter reencontrado essa pessoa. Anda alguns metros, dá de cara com pessoas amargas e politicamente insuportáveis. Dá pra ser feliz?

Já falei. Escreve no blog, que eu quiser, reclamo do eu quiser e os incomodados que vão pra casa do car...valho!



Imagine evento sobre educação ter a presença do prefeito. Seria a mesma coisa de Mozart tocar funk.

Julio disse...

No meu bairro tinha um problema de energia elétrica há anos. Era só mudar o tempo e: puft acabava a luz. Verão com muitos aparelhos ligados: puft acabava a luz - problema de sobrecarga no transformador. Liga para a Senhora AMPLA, ela vinha ligava e quando ia embora: puft acaba energia. Ligava é vinha a AMPLA de novo -até que vinha rápido. Foram várias reclamações, várias ligações. Até que um aproveitando a minha ida a Niterói, me dirigia a sede da AMPLA e Niterói e falei com um diretor Chileno da AMPLA sobre o nosso sofrimento. Após dois dias a AMPLA foi lá e trocou o transformador.
Agora pode ventar forte, chover forte que não acontece mais o problema anterior. Até presidente do bairro, já me chamaram pra ser. Eu tô fora!
Então, precisa ficar esperando audiências públicas e reuniões para ser fazer presente para que os problemas sejam resolvidos? Não precisa não é? Barulho de Cabo Frio não ecoa em lugar nenhum. Não precisa alugar o Maracanã, para que todos participem de audiências marcadas em horários de trabalhos.

E eu jamis vou levantar bandeira em favor da acomodação que nos cerca na prioridade transporte público.

E não me chame para manifestações, para chorar por migalhas. Nunca! Já dizia Renato Russo: "tudo gratuito é feio!" Ter que ter mais substâncias. Eu nunca luto pelo dinheiro, eu luto pelo conforto e pela qualidade.
Até parece que o nosso problema é só a tarifa caríssima. Também tem que saber o que está reivindicando, ter conhecimento do que está reivindicando, porque de qualquer maneira perde o foco. A luta é só nossa. Nunca vou colocar a minha cara, enquanto permanecer politicagem camuflada nos movimentos. Jamais!



Anônimo disse...

SERÁ QUE FOI O MEDO DE SER VAIADO?????????