sexta-feira, 17 de outubro de 2014

EDITORIAL - O efeito do segundo turno.


As forças políticas da cidade têm se articulado na direção do segundo turno das eleições. No que tange à presidência da república, o efeito é quase inexistente. Mas no que se refere à disputa pelo governo do estado, os resultados podem ser extremamente importantes para o futuro dos grupos políticos no município.

Independente do voto do leitor, cabe analisar as forças e estratégias políticas ao redor dos nomes.

Ao lado de Pezão, a articulação das forças de oposição e a adesão quase isolada do prefeito, desprovido de seu grupo que, majoritariamente - de forma consciente e planejada da parte do governante ou não - migra para a candidatura de Crivella, comandada por Dirlei Pereira. O já rachado PR mostra a ferida para toda a cidade, quando Paulo César assume a defesa do candidato do PMDB e Walmir Porto (que teve apenas a quinta parte dos votos de Paulo César em Cabo Frio), do candidato do PRB. O deputado Janio Mendes, único eleito da cidade, coordena regionalmente a campanha de reeleição do governador.

A vitória de Pezão tende a ampliar a base politica de Janio por toda a região e no governo do estado, enquanto a vitória de Crivella gera uma sobrevida para Dirlei e Walmir Porto, enfraquecidos politicamente pelos últimos episódios interno e externos na cidade.

Já o governo municipal vai precisar, de um jeito ou de outro, de muito mais do que um governador para se reerguer.

É para pensar.

Bom dia!

5 comentários:

Julio disse...

Esses Alairzistas são comédias - as vezes, prefiro conversar com as minhas sobrinhas de quatro anos Eles gostam mesmo do passado. Quando debate com eles sobre administração pública, eles citam logo, o ex-prefeito José Bonifácio. É inacreditável. Eu não consigo entender.Para muitos que eu já conversei: todos os ex-prefeitos "destruíram Cabo Frio", só o atual prefeito que construiu. Arrumam logo, um sobrenome de políticos e somos colocados em grupo politico sem a gente saber que está.
Sem contar que "ideologia" dessa gente é muito engraçada.

E outra coisa: se você critica, porque tem que ser criticado mesmo e o resto que se exploda, o gosto pela vingança, recai sobre toda a sua família. Eles confundem EU com ELES - se é que esse povo sabe o que são pronomes. Só sabem conjugar um verbo.
PÔ! Essa é a minha cidade. Cidade onde as mentes não crescem, as pessoas se escondem por trás das mediocridades e se aproveitam da falta de cultura de grande parte da população, para pensarem o que não são.

Filadelfo disse...

Sr Júlio, bom dia.
Agora, o sr esta vendo à realidade da nossa querida cidade - que alguns chamam de PROVÍNCIA. Estou aqui há 30 anos, vi enterro simbólico de Prefeito na Praça Porto Rocha, pelo SEPES - salvo melhor juízo por uma educação sem nenhum planejamento político pedagógico, atraso no pgtº do funcionalismo.Vi uma casa "tombada", tombar literal para construção de uma rede mundial de lanchonete- da noite para o dia, com direito na sua inauguração (creio que em 1997), com foguetório.Destarte, o bairro de Campo Grande no Rio de Janeiro, na Zona Oeste, já ter naquela época 3 lanchonetes desta, além de outras até maiores.Como José Bonifácio destruiu, esta cidade? Será que os interlocutores, SABEM, quando foi que os recursos dos royalties, chegou em Cabo Frio ? Será que os interlocutores, sabem, quem foi que construiu a nossa rodoviária e a duplicação da Ponte Feliciano Sodré? Será que os interlocutores, sabem em %, o nº de contratados no Governo de José Bonifácio, em relação ao nº de funcionários concursados? Será que uma cidade que vai comemorar 400 anos, não teve dentro dela pessoas que se deram pelo bem do povo, sem se locopletar a si, familiares e amigos? Será que esses interlocutores, já leram alguma coisa sobre Hermes Barcelos, Otime dos Santos, Hilton Cravo, entre tantos outros? Será que esses interlocutores, já leram, alguma obra sobre à nossa cidade, afinal?
Rev. Filadelfo Filho

Anônimo disse...

Foi assim que cabo frio acreditou na construção de 40 mil baneiros, na certa querem baneiros e confiaram no prefeito e esperam até hoje esses baneiros DIGNO .

Julio disse...

Pastor Filadelfo,

O meu corpo sentia a realidade, agora a minha mente estava fora de Cabo Frio. PROVÍNCIA? Pra mim, não passa de ROÇA ILUMINADA, mesmo! Grande parte da população se acha urbana, mas tem comportamentos bem rurais.
Eu estou tendo mudar o meu lado apolítico, para o politico - já percebi que em Cabo Frio isso será impossível. Agora, já sabia desse comportamento brucutu de muitos dessa "seita" , apenas tendo conversar com certas pessoas e não consigo. A mente é menor do que cabeça de alfinete. Fazer o quê? Tem bastante gente dessa galera, que pode fazer compras em Milão, se "grifar" dos pés a cabeça, andar de BMW, que vai continuar com jeito de pobre. O perfil não se encaixa na riqueza. É tudo pobre! Pobreza de espirito, pobreza de cultura, pobreza comportamental, pobreza de esclarecimento - um "complexo pobrestíco".
Mas cá entre nós, o senhor já está aqui há 30 anos e de lá pra cá, continua tudo na mesma não é? O senhor pensou que fosse evoluir e eu sonhei que já estava em processo de evolução. Foi enganação da minha imaginação. Sonho meu! cai da cama.
O que adianta crescer "concreticamente" (prédios.....) se grande parte da população continua com a mesma mentalidade desse povo - às vezes, penso que eu moro em uma caverna e não em uma cidade.
Ninguém pode discordar de nada, reclamar de nada que lá vem "atores" bundas-sujas(fisionomias estão "gravadas") tentar fazer pressão psicológicas. Perdem tempo. Eu tenho o corpo fechado. Me faço de menininho da roça, para não perderam a graça. Um bando de babacas.Levam tudo, para o lado politiqueiro e interesses pessoais.


Ah, grande parte da população da cidade também tem essa mania. Se desentende com algum membro da família e fica de "mal" com toda a família.




Julio disse...

CORREÇÃO:..... apenas tento conversar com certas pessoas e não consigo. A mente é menor do que..........