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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

2 DE OUTUBRO - Dia Internacional da Não Violência.

Neste momento no qual se aproximam as eleições, também aumentam os casos de desrespeito à vida humana e de relação do mundo político com o crime organizado em nossa cidade, na qual outros tipos de violências simbólicas, como as pressões exercidas contra servidores, estudantes e professores, são igualmente praticadas e ampliadas. Hoje pode ser o dia de parar um pouco para pensar nos bons exemplos humanitários de combate a todo tipo de violência, através das armas de um pacifismo engajado, popular e organizado. ‪#‎vamosrefletir?



4 comentários:

Anônimo disse...

Lamentavelmente o dia de não violência é um paradoxo, até por que todos os dias deveriam ser sem violência, Cabo Frio está insuportável e o que é pior está perdendo e muito com isso, nossa família relaciona-se com jovens empresários que pretendiam, isso mesmo, pretendiam instalar uma empresa área TI na região, já atuam no interior de São Paulo e Centro Oeste, Goiás, como essa decisão implica em morar na cidade por um período de pelo menos dois anos e eles tem crianças pequenas um dos motivos da desistência foi exatamente a violência, gerariam entre 15 e 20 empregos diretos, só os gestores dessa terra não enxergam isso, e se enxergam devem pensar que não é problema deles. Lamentável!!

Julio disse...

"Deus meu livre! Rio de Janeiro, eu vou lá e já quero voltar. Violência danada". Afirmações de grande parte da população de Cabo Frio, com olhos arregalados e uma "leve síndrome" do pânico" quando se comentava das idas ao Rio. verdadeiros "bichos do mato. Ironia do destino. Agora convivendo e assistindo viaturas policiais em alta velocidades de sirenes ligadas, mortes diárias assaltos e muito mais. Essa é a dura realidade das cidades da região dos Lagos vistas antes como um paraíso. Mas alguém esperava que tudo isso, não ia acontecer? Passar longe daqui? Esse caminho de combustível, uma hora, não atingir o tanque e explodir? O silêncio agora virou grito. Mas liga, não, tudo isso é "culpa" das UPP's. Então vamos pedir o fim das UPPs, não é? O fim das incompetências governamentais, seria o mais indicado.



Agora vamos relaxar um pouco: Porque esse povo da região dos Lagos tem mania de dar o número do telefone e citar o nome da operadora? Até em programas de rádios e Tvs. Gente, isso é um grave sintoma de pobreza. Eu fico p. da vida, quando alguém me dá o número de telefone ou pede o meu e me perguntar: é da V..... ou da C........? Pelo amor de Deus! Sei, que ligação entre operadoras é mais barata, mas vamos combinar. "Pãodurismo crônico". Eu falo: me dá qualquer um. Fala sério! Só Jesus!
Os meus são pós pagos. A fase de raspar cartão com a ponta da chave ou digitar em maquininha e conversar com as pessoas recebendo mensagem que seus créditos, já passaram há muito tempo - Amém!
Imagine se eu quero fazer contato a nível profissional e a pessoa me dar o número do telefone se eu vou perguntar de qual operadora é o número ou se ele tem o número da mesma operadora que eu tenho.

Helena disse...

Gandhi nos deixou grandes ensinamentos, ele com sua luta política coletiva exemplar, elaborou uma atualíssima versão do que chamava de " Sete pecados sociais": Riqueza sem trabalho
Conhecimento sem sabedoria
Prazer sem escrúpulo
Comércio sem moral
Ciência sem humanismo
Política sem idealismo
Religião sem austeridade e
sacrifício.
Se cada um de nós, em todos os momentos de nossa vidas, combater essas distorções, o Brasil, sem dúvida vai melhorar.

Helena disse...

Voto não é moeda de troca para interesses pessoais, mas poder de mudança e melhoria.