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quarta-feira, 10 de setembro de 2014


#Mudanças
As mudanças no quadro eleitoral do Rio parecem ter fundamentos claros. A grande rejeição de Garotinho, que beirou sempre quase 40% em todas as pesquisas, levou o eleitorado a ter em Pezão um voto útil para impedir o retorno do campista ao poder. Ou seja: o eleitor achou o governo Cabral muito ruim, mas se for para permitir a volta de Garotinho, prefere deixar como está.

#Mudanças II

Na verdade, o eleitor fluminense tem mais problemas com Cabral do que com seu governo. Além disso, a propaganda na TV do governador é boa, emotiva e mais povão do que a de Lindberg, embora todos esperassem o contrário. O petista optou por tomadas numa espécie de programa de auditório, e, nas ruas, fala mais sozinho do que com eleitores.


#Estratégia
Para se perceber como a estratégia de Lindberg está completamente errada, percebamos a fala do senador sobre o resultado da última pesquisa do Ibope: “ é o fim da picada o (Sérgio) Cabral ter sido escorraçado pelo povo do governo e, agora, eles construírem essa farsa do Pezão como um nome novo”. A única pessoa que disse até hoje que alguém acha Pezão “um nome novo” foi Lindberg. Deu para entender?

#Certo
Romário continua consolidando, por sua vez, a vitória no senado do Rio. Ele aparece com 40% das intenções de voto, três a mais do que na pesquisa anterior do próprio Ibope, enquanto César Maia caiu de 22% para 19%. Se elege jogando Futevôlei em Copacabana o rapaz.

#Papo

O jurista Ives Gandra prepara um encontro de figurões para discutir reforma política no Brasil. Entre os convidados, estão o ex-ministro da Justiça Nelson Jobim; o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli; José Renato Nalini, do Tribunal de Justiça de São Paulo; e Ivette Senise Ferreira, da Ordem dos Advogados do Brasil. O debate acontece na sexta-feira, dia 12, em São Paulo, e abordará temas como obrigatoriedade do voto e democracia; financiamento de campanhas; fragmentação partidária; mandato único e reeleição.

#Presidenta
Já o quadro presidencial, após o crescimento fenomenal da Onda Marina, parece ter estabilizado. É difícil prever o que vai acontecer, mas o avanço de Dilma em sua aprovação pessoal e administrativa pode render uma diminuição ainda maior na distância entre as duas candidatas em próximas pesquisas. 

#Efeito
E quem achava que a divulgação dos problemas no discurso de Marina nas redes sociais não influenciaria em nada, errou.

Um comentário:

Anônimo disse...

Qual será a desculpa do prefeito de cabo frio para o campista. SERÁ QUE VAI FALAR QUE A REJEIÇÃO DO GOVERNO DE CAMPOS ESTÁ IGUAL A DELE,E POR ESTE MOTIVO VAI APOIAR PEZÃO PORQUE ELE QUE VAI GANHAR SERÁ QUE AGORA VÃO VIRAR INIMIGOS? .