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terça-feira, 19 de agosto de 2014

EDITORIAL – A culpa e o ambiente. A conivência e a coincidência.

  


Na edição de ontem, tecemos algumas reflexões sobre o problema de esgotos à céu aberto em bairros da cidade de Cabo Frio (relembre aqui). No caso específico tratado, a prefeitura limitou-se a dizer que o problema era da Prolagos, recebendo da concessionária resposta interessante, que lembrava outra omissão do poder público municipal.

Cabo Frio ainda não aprovou o uso do ICMS Verde do governo do estado para investimento em redes separadoras, que eliminam – ou ao menos ajudam a eliminar – esse tipo de problema. Neste caso, cabe à Câmara Municipal a aprovação do programa estadual.

Nos dois episódios, a eliminação de culpa, o “lavar as mãos” do governo municipal, parece mais do que incoerente. A Prolagos é uma concessão de serviço público e a Câmara Municipal tem maioria governista – ou melhor, unanimidade governista. Dezenas de projetos com bem menos relevo social são aprovados num piscar de olhos, sem leitura prévia, apenas no processo de louvação quase mística dos vereadores ao prefeito. Seria muito esforço resolver fazer o bem para o meio ambiente da cidade?

No caso da Prolagos, cabe sempre ao poder público a pressão – inclusive jurídica – para que se efetuem ações benéficas ao contribuinte, que é, de fato, quem paga a concessão.

Isso se não somarmos a essa questão o caso da poluição da Lagoa de Araruama, que, se tem como partícipe o Shopping Park Lagos, certamente não o tem como único vilão da história. Diga-se de passagem, boa parte das tragédias ambientais “do lado de cá” da Lagoa ocorreram em anos em que o mesmo grupo político que hoje governa a cidade estava no poder.

Coincidência ou conivência?


Bom dia!

4 comentários:

Julio disse...

Venho por meio deste solicitar aos leitores do blog, uns dez minutos de silêncio, please!

E com tristeza e pesar, um enorme beijo no coração, que os blogueiros "presidentes" da Associação de Moradores do Povoado Alairzista, não tiveram motivo para comemorar nas "quadras de sambas" da comunidade a impugnação da candidatura do ex-prefeito Marquinho. Foram dias, semanas e meses de acompanhamento da movimentação do processo do "impedimento" do ex-prefeito. Estaria o ex-prefeito Marquinho na mesma linha? Mesmo, após a queda da estante de "processos", que caiu em cima do ex-prefeito. Portanto, foi declarado "luto oficial" e bandeira a meio pau na comunidade Alairzista.


Anônimo disse...

Sr Júlio, boa tarde.
É assim que é feito à chamada "política" em nossa cidade. Aqui se alegra com a derrota de quem pensa diferente da gente, ou seja; das vaquinhas de presépios, pilhas dura.., o que o nosso mestre ditador, déspota mandar faremos todos e, quem não quiser, apanhará latinhas na praia nos shows superfaturados.
Aqui muitos perderam o que os sociólogos, psiquiatra e psicólogo, diz:IDENTIDADE.São autômato, pelas ordens da subserviência das migalhas, que caem do cofre público e, ficam felizes com esta raspa.

Anônimo disse...

Sem esquecer que foi o prefeito atual que concedeu nossa água e esgoto para a prolagos,ele adora uma privatização .Enquanto muitos lugares ainda tem a CEDAE .

Julio disse...

Anônimo do dia 19 de agosto das 16:36, "nosso mestre ditador"? Vou contratar o Dr. Carlos Magno, para te "processar". Pode me excluir dessa "seita", porque tá amarrado em nome de Jesus. Só se for mestre das ilusões. O meu mestre, que foi o meu pai, já está no "andar de cima", a quase 20 anos. O dia que o seu mestre for o meu mestre, eu prefiro ficar sem cultura e catar latinhas e me locomover pela cidade no desconforto pagando "apenas R$050". A mediocridade passa longe de mim. Eu sou pobre, que não me conformo com a pobreza. Pagamos impostos e merece coisas melhores e não raspas e restos. Tem que saber é lutar. Tem que ser estrategista. Os "soldados",de fato e de verdade, somos nós.

Mas quem não gosta de: se afundar no raso, achar que cubículo é cobertura são poucos na cidade.