quinta-feira, 10 de julho de 2014

MIGALHAS - A volta da brocha e a saída das ruas.


#Voltou
Nos mandatos 1997-2000 e 2001-2004, o atual prefeito de Cabo Frio era conhecido por valorizar demasiadamente a pintura de postes e meio-fios. Em cada esquina, se via uma brocha a enfeitar cimentos, enquanto crianças passavam fome na periferia.

#Voltou II
A ideia voltou. E as críticas e piadas também. Bom para quem trabalha com pintura – são trabalhadores honestos e que precisam de renda. Mas o prefeito bem que poderia investir o mesmo valor em compra de medicamentos para os hospitais da cidade.

#Quiosques
Os quiosqueiros do final da orla da Praia do Forte estão descontentes e apreensivos. Tiveram suas construções derrubadas e, até agora, nada de novos pontos erguidos pela prefeitura. São famílias necessitadas, que precisam trabalhar por seu sustento. Quando o poder público vau resolver a situação?

#Luto
O falecimento de Plínio de Arruda Sampaio é uma perda irreparável para os admiradores e seguidores da Teologia da Libertação. Sua luta e memória permanecerão vivas na vivência daqueles que lutam para mudar suas realidades políticas locais e todo o Brasil.

#Rua
A promessa de voltar às ruas mixou depois que o prefeito foi destaque negativo no Jornal O Globo de domingo, como um dos principais nomes da lista de fichas-sujas do Conselho Nacional de Justiça:


#Rua II
Que azar. Toda a estratégia de se dizer que o governo começava agora (mais uma vez) e de mostrar animação, mesmo no aprofundamento da crise, destruída por uma página de jornal. Mas se a cada escândalo o prefeito deixar de ir às ruas, vai ter que passar mesmo muito tempo fora delas.

#Vergonha
Vergonha maior do que a derrota do Brasil para a Alemanha só o silêncio dos blogs e da mídia governista como um todo sobre a matéria do Jornal O Globo que destacava o prefeito de Cabo Frio como ficha- suja. O gato comeu a língua de alguém?


#Pedido
Um governista esbarra com um oposicionista numa calçada do centro da cidade. Aquele pergunta a este: “e aí, está precisando de alguma coisa?” O oposicionista responde: “sim, que o seu prefeito dê mais entrevistas na rádio”. Pura maldade.

#Pedido II
O papo que rola é que se o governante cumprir a promessa de uma entrevista a cada duas semanas, a oposição deixa de trabalhar e não vai nem precisar fazer campanha em 2016. É o que se diz.


2 comentários:

Julio disse...

Quando não tem nada na cidade reclama. Quando tem também reclama. Ninguém está satisfeito com nada. Pelo menos, o prefeito está movimentado a cidade na parte "cultural" com o balé das broxas( instrumento utilizado por pintores,olha a maldade!) nos meios-fios. Broxas mergulham no cal, vão e vêm em um intenso bailado.

Anônimo disse...

Enquanto a saúde está um caos a procuradoria nao cumpre com uma entrega de medicamentos. Fui até lá procurar a tal da Dra Juliana qu estava em viagem para fora do pais. Ta explicado! Governo da dignidade q da uma vida digna pra seus ilustres secretários! Vamos rir para nao chorar' mas vou atrás dos meus direitos até o final, Rafael.