sábado, 16 de junho de 2012

Maluf, do PP, aparece em lista internacional de criminosos do Banco Mundial

Paulo Maluf, o integrante master da série "Grandes Nomes Progressistas do PP", acaba de ter seu nome publicado em um banco de dados elaborado pelo Banco Mundial com 150 casos  internacionais onde houve, comprovadamente, a movimentação bancária de um montante igual ou superior a US$ 1 milhão relacionado à corrupção e desvio de dinheiro.

Os dados foram obtidos através de investigações, que ocorreram entre 1980 e 2011, feitas a partir de documentos (processos e  registros corporativos) e entrevistas com auditores e instituições financeiras. O internauta pode buscar por país casos de pedido de retorno de dinheiro desviado em contas bancárias no exterior.

O projeto foi batizado de “The Grand Corruption Cases Database Project”. Segundo o relatório, a corrupção movimenta cerca de US$ 40 bilhões por ano no mundo. O estudo também investigou os caminhos pelos quais o dinheiro é desviado dentro de mecanismos financeiros legais e revelou as falhas do sistema bancário e corporativo que é utilizado como fachada para crimes de lavagem de dinheiro e corrupção.

Paulo Maluf é citado pelo banco de dados duas vezes, acusado pelo Procurador-geral de Nova Iorque de movimentar uma quantia de US$ 140 milhões no Banco Safra, entre 1993 e 1996. Durante esse período, era prefeito da cidade de São Paulo e participou de um esquema de desvio de verbas durante a construção da arterial Avenida Água Espraiada. O dinheiro foi transferido para contas de Nova York e, posteriormente, enviado para paraísos fiscais nas Ilhas do Canal no Reino Unido e, segundo as investigações, parte do dinheiro retornou ao Brasil para gastos com despesas pessoais e campanhas políticas.

Num outro processo, o ex-prefeito é acusado de desviar dinheiro oriundo de pagamentos fraudulentos para contas em bancos em Nova York e na Ilha de Jersey, no Reino Unido. Maluf e seu filho foram enquadrados nos crimes de apropriação indébita e lavagem de dinheiro e tiveram US$ 26 milhões bloqueados em contas de duas empresas, Durant Internacional Corporation e Kildare Finance Limited, que seriam de propriedade do político. As transferências de dinheiro entre as contas levantaram a suspeita da promotoria de Nova York, que decretou a prisão de Maluf colocando-o na lista dos mais procurados da Interpol em 2011.

O banco de dados pode ser acessado por este link: http://star.worldbank.org/corruption-cases/

 FONTE: Yahoo

Um comentário:

Beth Michel disse...

Caro Rafinha, se você fizer as contas n ponta do lápis, vai ver que o Maluf se equivale a um batedor de carteiras perto do que outros politicos, e empresários - até mesmo aqui na nossa alegre Cabo Frio, surrupiaram, desviaram, deixaram escapar pelo ralo e outros que tais. Ou vai querem me convencer que o Lupi é a Medre Tereza de Calcutá, o Cabral é são Francisco de Assim, e o nosso ( nosso nada : vosso) Marquinhos é a Madre Superiora das Carmelitas Descalças. Má companhia por má companhia prefiro uma bandidinho gagá e em fim de carreira!